Mãe relata medo após filha ser agredida por alunos em escola municipal de Tatuí: 'Ameaçaram furar ela com uma pinça'

  • 04/04/2026
(Foto: Reprodução)
Emef 'Ayrton Senna da Silva', em Tatuí (SP) Reprodução/Google Street View Uma família de Tatuí (SP) registrou um boletim de ocorrência após uma adolescente de 14 anos ser agredida por três alunas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) "Ayrton Senna da Silva", conhecida como Nebam. Em nota, a prefeitura afirma que o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar. A situação aconteceu no dia 24 de março, no entanto, as imagens foram enviadas ao g1 nesta sexta-feira (3). A mãe, que preferiu não se identificar, relatou que as agressões começaram após um desentendimento entre a filha e uma das supostas agressoras. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp "Recebi uma ligação da diretora dizendo que eu deveria ir à escola pois haviam agredido a minha filha. Cheguei lá bem nervosa. Ela estava com mordidas nos braços e ameaçaram furar ela com uma pinça pois ela havia supostamente falado mal da outra menina, o que não aconteceu", afirma. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A mãe alega que, durante todo o período das importunações, a filha esteve trancada na sala de aula com as outras estudantes. Além das agressões físicas, a menina também foi xingada pelo grupo. "A menina pegou a minha filha pelos cabelos e começou a bater, só que ela já praticou esportes envolvendo luta. Ela começou a bater na cabeça da garota para se defender. As duas saíram grudadas uma na outra da sala de aula e ninguém da escola tentou separar", pontua. Desde então, a adolescente não tem ido às aulas da instituição por medo de ser agredida novamente. A mulher solicitou à direção que as responsáveis pela agressão fossem transferidas de turno, já que a filha obrigatoriamente estuda no período da manhã por ser diagnosticada por dermatite atópica e, por isso, não pode sair no sol à tarde. "Me disseram que não separaram a briga pois 'não podem por a mão em um aluno'. Quando me contaram tudo o que aconteceu, a diretora falou que somente suspendeu as alunas, ou seja, elas retornariam às aulas depois de um período", detalha. "Minha filha não está estudando desde então e nenhum registro formal do que aconteceu foi feito na diretoria da escola. Precisei chamar uma viatura e fazer um boletim de ocorrência na porta da escola. Até o policial ficou indignado com a falta de posicionamento e pediu para reforçar o boletim na delegacia. Minha filha está com medo de voltar para a escola e ser agredida de novo", complementa. Família alega que menina foi agredida dentro da escola Arquivo pessoal A mulher afirma que chegou a protocolar o caso na Defensoria Pública de Tatuí. A adolescente, de acordo com ela, nunca teve problemas na escola envolvendo bullying ou desentendimento com outros alunos. "Na sexta-feira (27), retornei à escola para ver se a minha filha conseguiria voltar a frequentar as aulas. Quando cheguei, tinha uma assistente social dizendo que faria reuniões para tomar as medidas cabíveis e, depois disso, colocaria eu e a família da menina que agrediu frente a frente para 'nos entendermos, nos abraçarmos e ficarmos tudo certo'. Eu disse que não aceitaria isso", pontua. LEIA TAMBÉM: Adolescente com autismo escreve livro em um dia e usa história para falar sobre bullying e superação: 'Externar o que sinto' Mulher é encontrada morta às margens de rodovia em Alambari; polícia investiga o caso Polícia investiga morte de gestante de 25 anos após complicações durante o parto em hospital de Avaré A mãe afirma que não se sente segura para enviar a filha à escola e que cogita solicitar a transferência da menina para outra unidade. "Eu falei para ela que, enquanto ela não se sentir segura, ela não vai à escola. Podem acionar o Conselho Tutelar para falar que ela está faltando, falei até para transferirem ela para uma escola mais perto de onde moramos. Vou procurar os direitos da minha filha para ela ficar em segurança", completa. O que diz a prefeitura Em nota enviada ao g1, a Prefeitura de Tatuí diz que a situação foi prontamente interrompida pelos profissionais da unidade e que as estudantes foram acolhidas, ouvidas e orientadas pela equipe gestora, que foi apoiada pelo psicólogo da escola. Além disso, os responsáveis pelas alunas foram convocados para ciência do ocorrido e a supervisão de ensino fundamental foi informada, passando a acompanhar o caso. Foi definido em comum acordo, segundo a prefeitura, que o caso foi encaminhado à rede de proteção, incluindo o Conselho Tutelar. Ainda conforme a nota, as turmas foram reorganizadas e as alunas foram colocadas em salas distintas, mantendo o período da amnhã, em respeito às condições de saúde apresentadas pela família. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

FONTE: https://g1.globo.com/sp/itapetininga-regiao/noticia/2026/04/04/mae-relata-medo-apos-filha-ser-agredida-por-alunos-em-escola-municipal-de-tatui-ameacaram-furar-ela-com-uma-pinca-diz-mae.ghtml


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