Meninas usam redes sociais para pedir ajuda e achar cachorrinha que fugiu de casa em Barretos, SP
15/05/2026
(Foto: Reprodução) Irmãs tentam encontrar cachorrinha que fugiu de casa em Barretos, SP
Duas irmãs usaram as redes sociais para fazer um apelo pedindo ajuda para encontrar a cachorra da família, em Barretos (SP). Meg, uma spitz alemão de 4 anos, está desaparecida desde o último sábado (9).
Ana Clara, de 10 anos, e Ana Laura, de 8 anos, dizem que a saudade é tanta que já não conseguem dormir.
“Está sem graça, está triste, porque ela brincava bastante, eu sinto muita falta dela. Não estou dormindo bem, porque eu brincava muito com ela”, diz Ana Clara.
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Vídeo publicado pela família nas redes sociais
Redes Sociais
A ideia de gravar o vídeo foi da mãe das meninas, Ana Carolina Nunes. Ela conta que, apesar da repercussão nas redes sociais, a família ainda não conseguiu encontrar Meg.
“Foi uma decisão nossa, eu conversei com as meninas, elas disseram: ‘vamos gravar’. A gente sentou e fizemos o vídeo e deu certo, esse vídeo alcançou algumas pessoas, mas ainda não conseguimos trazer a Meg de volta”.
Busca segue acontecendo
A fuga aconteceu por volta das 21h de sábado, no bairro Grande Horizonte. O pai das garotas, Caio Nunes, estava com o portão aberto conversando com um amigo, mas não percebeu o momento em que a Meg passou.
A família sentiu falta da cachorra na manhã seguinte, domingo de Dia das Mães. Caio conta que a data comemorativa acabou sendo dedicada às buscas pelo animal.
“Naquele dia, ela havia voltado do pet shop para o Dia das Mães, então ela estava com um adorno, com uma coleirinha escrito mãe, toda preparada para passar esse dia. Mas o Dia das Mães nosso foi procurando, a gente entrando em terreno baldio, entrando dentro dos condomínios, fazendo contato, pedindo filmagem das câmeras. Tem sido uma busca contínua”.
Momento em que Mag (em destaque) escapa pelo portão da casa
Câmera de segurança
A mãe das meninas afirma que a família montou uma força-tarefa para encontrar Meg, espalhando panfletos e conversando com moradores da cidade.
“A gente sai de casa para fazer qualquer coisa, a gente vai entregando o panfleto, vai procurando, a gente está em uma busca incansável, principalmente eu e as meninas. Elas já chegam da escola e falam: ‘mãe, tem alguma notícia da Meg?’ Eu falo: ‘ainda não, mas a gente vai achar’”.
Segundo Ana Carolina, a cachorra também tem um forte valor sentimental para a família por trazer lembranças do pai dela, que faleceu.
“A Meg é nossa família, é uma filha. Eu perdi meu pai e sempre que ele almoçava com a gente, meu pai sempre pegava ela no colo, porque ela era apaixonada pelo meu pai. Então isso me traz muita lembrança do meu pai”.
Meg ao lado das irmãs Ana Clara e Ana Laura
Arquivo pessoal
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